O QUE FAZER? Falando de convivência

PROJETO:  O que fazer? Falando de convivência

OBJETIVO: Visa a valorização do ser humano, resgatando a importância das virtudes, como tendência para o bem, que devem ser ensinadas e partilhadas desde a mais tenra idade, levando à construção da cidadania e autonomia.

watch?v=iKIL-Py0tg0&feature=youtu.be

 

 

 

 


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Educopédia

EDUCOPÉDIA

A Educopédia é uma plataforma online colaborativa de aulas digitais, onde alunos e professores podem acessar atividades autoexplicativas de forma lúdica e prática, de qualquer lugar e a qualquer hora. As aulas incluem planos de aula e apresentações voltados para professores que queiram utilizar as atividades nas salas, com os alunos. Cada uma delas possui temas, competências e habilidades contempladas nas orientações curriculares da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro. Essas orientações curriculares de cada ano e cada disciplina foram divididas em 32 aulas digitais, que correspondem às semanas do ano letivo, retiradas àquelas voltadas para avaliações e revisões.

 


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Mudar paradigmas é difícil

Video narrando uma passagem no diálogo de dois monges onde há uma reflexão sobre a atitude humana diante da quebra de paradigmas enfrentada na mudança do uso do pergaminho pelo livro


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A MENINA QUE ODIAVA LIVROS

Animação que conta a história de Nina, uma menina que não gostava de ler, mas que, ao se deparar com o rico universo da leitura, descobre entusiasmada uma nova e fascinante realidade.


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PRESSÃO ALTA

Vídeo didático em animação 3D, que esclarece todos os pontos sobre esse importante e atual tema, a Hipertensão Arterial.


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Feliz Natal

Papai Noel mora no Polo Norte…
Jesus, em todo lugar.

Papai Noel anda num trenó…
Jesus voa no vento e anda sobre as águas.

Papai Noel vem somente uma vez ao ano.
Jesus está sempre presente.

Papai Noel enche nossas meias com presentes…
Jesus supre todas as nossas necessidades.

Papai Noel desce pela chaminé sem ser convidado…
Jesus fica na nossa porta, bate e entra em nosso coração.

Nós temos que esperar numa fila para ver Papai Noel…
Jesus já está próximo quando se menciona Seu nome.

Papai Noel nos deixa sentar no seu colo…
Jesus nos deixa descansar em Seus braços.

Papai Noel não sabe nosso nome,
tudo o que ele pode dizer é:
“Olá garotinho ou garotinha, qual é o seu nome”?…
Jesus sabia nosso nome antes mesmo de nós o sabermos.
Ele sabe não só o nosso nome,
Ele conhece nossa história e futuro e ainda
Conhece nosso coração e
quantos fios de cabelo temos em nossa cabeça.

Papai Noel tem uma barriga que balança como gelatina…
Jesus tem um coração cheio de amor, graças,
misericórdia e perdão.

Tudo que Papai Noel pode oferecer é:”HO, HO, HO”…
Jesus diz: “Deixe que eu resolvo seus problemas”.

Os ajudantes de Papai Noel fazem brinquedos…
Jesus faz vida nova, consola nosso coração aflito,
repara lares destruídos e constrói esperanças.

Papai Noel pode fazer-nos um agrado mas…
Jesus nos dá alegria com Sua força.

Enquanto Papai Noel coloca presentes sob nossa árvore…
Jesus tornou-se nosso presente e
morreu na cruz por todos nós.

É claro que não há comparações.
Nós devemos lembrar “Quem é” o Natal, na verdade.

Devemos recolocar Cristo no Natal,
Jesus ainda é a razão da comemoração.

Jesus é o melhor,
Ele é melhor até mesmo que Papai Noel.

FELIZ NATAL

 



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Ilusão de Ótica

coisasdocerebro

PROJETO FEIRA DE CIENCIAS

Objetivos
Entender como está estruturada a visão; compreender como acontecem as ilusões de ótica; aprender a Física por trás do cinema 3D

Conteúdo
Ótica; visão

Tempo estimado
Três aulas

Introdução

Os filósofos pré-socráticos já diziam que nossos sentidos nos enganam. Essa filosofia vem sendo amplamente explorada pela indústria cultural por meio de inúmeros universos virtuais, seja em jogos, redes sociais, filmes ou na televisão. Um dos recursos mais utilizados nessas aplicações é o das imagens tridimensionais – as chamadas imagens em 3D –
Atividades

1ª aula
Inicie a aula perguntando à turma se alguém assistiu a filmes em três dimensões (3D) recentemente. Qual tipo de imagem eles preferem: o filme “normal” ou em 3D? Alguém tem idéia como funcionam as projeções em 3D? Após a leitura, pergunte à classe o que é necessário para que a gente consiga enxergar? Aguarde as respostas e explique que é preciso haver uma fonte de luz – que pode ser primária, se emite luz própria, como uma lâmpada acesa, ou secundária, se apenas reflete a luz emitida por uma fonte primária, como um relógio – e um observador.
Explique, também, que não bastam os olhos, se estes não estiverem saudáveis e ligados ao cérebro. Comente que os olhos funcionam como células fotoelétricas. Eles recebem a energia luminosa e a transformam em energia elétrica, levada pelos nervos óticos até o córtex visual – parte do cérebro responsável pela visão. Pode-se dizer que os olhos “digitalizam” a imagem e a transmitem para o cérebro.

Diga à moçada que o desenvolvimento da interpretação do que vemos é uma construção social. Aprendemos a enxergar de uma forma ou de outra, dependendo de conhecimentos prévios e crenças. A percepção é afetada pela cultura. Para que os alunos compreendam melhor esses conceitos, utilize as imagens abaixo e explique a eles o que são as ilusões de ótica.

 

Reprodução

Comece com a figura ao lado. Pergunte aos alunos o que eles conseguem ver? Aguarde um pouco até que eles percebam a ambiguidade da imagem. Alguns veem primeiro o cálice branco ao centro e outros, os rostos humanos um em frente ao outro.

Explique à turma que alguns psicólogos afirmam que a percepção inicial do cálice pode indicar uma visão materialista da natureza, enquanto uma percepção inicial dos rostos poderia indicar uma concepção mais humanista.

 

 

 

Reprodução

Em seguida, mostre à classe a imagem ao lado e pergunte quantas colunas existem. Aguarde até que a turma se manifeste e explique que é impossível definir se são duas ou três colunas. Por meio dessa imagem fica fácil entender que as pessoas desenvolvem diferentes estratégias de visão. Alguns leem a paisagem de baixo para cima, vendo três colunas, enquanto outros leem de cima para baixo, enxergando duas.

 

 

Reprodução

Outro detalhe importante sobre nossa visão pode ser percebido na observação da imagem ao lado. Mostre-a para a turma e pergunte qual quadrado é mais escuro, A ou B? Aguarde um tempo até os estudantes se manifestarem e explique que os quadrados A e B têm exatamente a mesma tonalidade. Se alguém duvidar, utilize um editor de imagens ou imprima a figura, recorte um pedaço do quadrado B e cole sobre o quadrado A.

Explique à classe que nosso cérebro compara a cor do quadrado com as cores que estão em volta. Como as imagens ao redor do B são mais escuras que as que estão próximas ao A, por contraste, percebemos o quadro B como se fosse mais claro.

 

Reprodução

Mostre a imagem ao lado e questione: Quantos pontinhos pretos piscando os alunos podem ver? Deixe que eles tentem realizar a contagem e, em seguida, explique que, na verdade, não há pontinho nenhum entre os quadrados. O que acontece é que nosso cérebro interpreta a figura e imagina que, se as linhas cinza entre os quadrados se encontrarem nas “esquinas” brancas, elas formarão um ponto escuro. Então o cérebro preenche a imagem com esses pontinhos pretos. Quando observamos a imagem, nossos olhos não ficam parados, mas sim se movimentam continuamente pela paisagem, fazendo com que os pontinhos mudem de lugar.

Para encerrar a aula, retome uma questão relativa à refração, que também proporciona ilusões de ótica. Coloque uma caneta dentro de um copo com água.

 

Copo. Ilustração: Beto Uechi/Pingado

Peça aos alunos que observem e expliquem se a caneta está de fato quebrada ou não. Pergunte por que ela parece quebrada? Em seguida, divida a turma em grupos e proponha a seguinte questão:

Os indígenas, quando vão pescar, nunca atiram a lança exatamente onde estão vendo o peixe. Eles dizem que, para matar o animal, precisam acertar sua alma, que nada próxima a ele. Utilizando a figura ao lado e os conhecimentos de Física, os grupos devem explicar a teoria por trás da crença indígena e determinar se a flecha deve ser atirada um pouco mais à frente ou atrás de onde o peixe está nadando.

Aguarde os estudantes concluírem e peça a um representante de cada grupo que socialize as respostas. Ao final, confirme com a turma que, para acertar o peixe a flecha deve ser lançada um pouco antes do local onde está a imagem do peixe, dependendo da profundidade na qual ele se encontra.

Diga aos alunos que todas as experiências acima nos mostram que não podemos construir conhecimento científico apenas com base em percepções, pois elas enganam. Conte à turma que essas ilusões são exploradas para criar a realidade virtual e os filmes e televisores 3D, que serão estudados na próxima aula.

2ª aula
Retome com os alunos a questão da visão. Explique que hoje eles vão entender como criamos a percepção de profundidade, responsável pela noção de tridimensionalidade. Para começar, faça um ponto no quadro, para servir de referência, e peça aos alunos que olhem para ele e para a paisagem que está ao seu redor.

Para começar, faça um ponto no quadro, para servir de referência, e peça aos alunos que olhem para ele e para a paisagem que está ao seu redor. Em seguida, proponha que fechem o olho direito e observem a paisagem apenas com o olho esquerdo. Depois eles devem fazer o contrário: fechar o olho esquerdo e olhar a paisagem apenas com o olho direito. Diga à moçada que repita isso algumas vezes. O que eles perceberam? A visão que temos com um olho é exatamente a mesma que temos com o outro olho ou elas são ligeiramente diferentes?

Conclua com a turma que os olhos não têm exatamente a mesma visão da paisagem, e é por isso que conseguimos construir a visão 3D e a percepção da profundidade. Explique que, a rigor, a terceira dimensão é apenas uma ilusão que só é possível graças à estereoscopia, ou seja, a projeção de duas imagens, da mesma cena, com pontos de observação ligeiramente diferentes.

 

Olho humano. Ilustração: Beto Uechi/Pingado

Mostre à classe a imagem ao lado e explique que os olhos mandam mensagens diferentes para o cérebro sobre uma mesma paisagem. A porta da classe, por exemplo, está mais perto de um olho do que de outro. Essas informações são todas processadas pelo cérebro que obtém os detalhes quanto à profundidade, distância, posição e tamanho dos objetos, gerando uma ilusão em 3D na nossa mente. Comente com a turma que a audição funciona de forma semelhante: cada ouvido recebe uma informação diferente sobre os sons do ambiente e isso permite identificar a direção do som, por exemplo.

Conte à classe que é esse o truque utilizado no cinema em 3D: duas imagens com visões distintas de um mesmo objeto são oferecidas uma para cada olho, de modo a emular o que ocorre naturalmente com eles e criar a ilusão de terceira dimensão. Nos filmes em 3D mais antigos, a plateia recebia óculos especiais, com uma lente vermelha e outra azul. Pergunte aos alunos qual o motivo do uso desse tipo de óculos.

 

Reprodução

Aguarde as respostas e explique que as lentes coloridas servem para “filtrar” as imagens que são projetadas: uma mais avermelhada e outra mais azulada, ambas da mesma paisagem (veja a figura ao lado). Com a ajuda dos óculos, um olho passa a enxergar a imagem avermelhada e o outro, a azulada (em geral o filtro vermelho é usado no olho esquerdo e o azul no olho direito). Esse sistema tem como desvantagem a alteração das cores, a perda de luminosidade e o cansaço visual provocado após seu uso prolongado.

Encerre a aula questionando a turma sobre que outras formas poderiam ser utilizadas para produzir a ilusão em 3D. Peça a eles que pesquisem em casa e tragam novidades para a próxima aula.

3ª aula
Peça que os alunos apresentem os resultados da pesquisa realizada em casa. Em seguida, retome a entrevista de James Cameron a VEJA e comente com a classe os avanços nas projeções tridimensionais. Peça que os alunos atentem para as repostas do cineasta às questões ligadas ao uso da tecnologia nas produções cinematográfica.

Explique à turma que, atualmente, com a tecnologia 3D digital, as projeções tridimensionais deixaram para trás as imagens com cores diferentes e passaram a usar luzes de polaridades diferentes – uma horizontal e outra vertical, por exemplo – e óculos com lentes do tipo polaróide(veja no quadro abaixo).

Polarização

A luz é uma onda eletromagnética e, como toda onda, pode vibrar em inúmeras direções no espaço. A luz de uma lâmpada comum, por exemplo, não é polarizada. Os átomos aquecidos emitem ondas luminosas independentemente umas das outras, cada uma com um sentido de vibração diferente. Com isso, temos uma onda eletromagnética com campos elétricos e magnéticos apontando em todas as direções, sempre perpendiculares ao sentido de propagação.

Com o uso de filtros, é possível selecionar as direções que nos interessam, permitindo obter luz polarizada, ou seja, luz com vibrações eletromagnéticas numa única direção. Veja o esquema abaixo:

 

Reprodução

 

A tela é detalhadamente calculada e construída para manter a polarização correta quando a luz do projetor é refletida. Nos filmes que utilizam essa tecnologia, em vez de um amontoado de imagens bicolores (azul e vermelha), quando vistas sem os óculos as imagens parecem apenas embaçadas. Essa tecnologia tem a vantagem de fazer a informação chegar ao nosso cérebro da mesma maneira que quando observamos a paisagem naturalmente, sem distorcer a coloração final da imagem formada em nossas mentes.
Mas como isso tudo é filmado? Explique à classe que, para que a ilusão em 3D seja possível, a captação das imagens não pode ser feita de qualquer forma. Relembre à turma as explicações sobre a estrutura da visão, dadas na aula anterior, e explique que, na filmagem, devem ser geradas duas imagens concomitantes, simulando o olhar humano. Para tanto, é utilizada uma câmera com duas lentes, colocadas a aproximadamente seis centímetros uma da outra – distância equivalente o espaço entre os olhos de uma pessoa adulta.

Durante a filmagem devem ser controlados zoom, foco, abertura, enquadramento e o ângulo relativo entre elas. As correções de enquadramento são feitas por softwares específicos que minimizam as distorções nas imagens, deixando o filme mais realista. Um truque que poderia ser também utilizado pela indústria cinematográfica seria produzir um filme comum e depois utilizar um espelho para projetar uma imagem deslocada em uma segunda lente. A imagem refletida é finalmente girada e invertida antes da edição final da película.

Avaliação
Para encerrar a aula, peça aos alunos para fazerem uma síntese da aula no caderno, apontando o que aprenderam e as dúvidas que ainda têm. Quando terminarem, peça que socializem suas dúvidas e, junto com a classe, procure ajuda-los a resolvê-las. Avalie os alunos pela qualidade do registro, pelo interesse e participação nas atividades propostas e pela colaboração com o grupo.

 

 


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Revisão de texto com foco na pontuação

Objetivos
–  Construir um comportamento revisor em relação a seu próprio texto e ao dos outros;
–  Perceber que a pontuação é um recurso utilizado pelo autor para orientar o entendimento do leitor;
–  Constatar que, na maioria das vezes, há mais de uma possibilidade de pontuação;
–  Desenvolver a capacidade de argumentação;
–  Desenvolver a atitude de colaboração.

Flexibilização para deficiência intelectual em fase inicial de alfabetização
Reconhecer tipos de pontuação

Anos
3º ao 5º ano.

Tempo estimado
10 aulas

Material necessário
– Lousa e giz (ou papel Kraft e pincel atômico; ou retroprojetor, transparência e caneta hidrográfica)
– Papel e lápis

Desenvolvimento da atividade
1ª etapa
Apresente um texto curto sem nenhuma marcação gráfica (como ponto final, letras maiúsculas e travessão). Piadas são interessantes
desde que os alunos tenham tido contato com esse tipo de texto. Peça aos alunos para que, em trios, marquem as unidades que facilitem a sua leitura com algum sinal. Solicite que reescrevam o texto, utilizando a pontuação que julgarem adequada.

2ª etapa
Socialize as possibilidades apresentadas pelos trios. Discuta essa adequação, o significado e o entendimento dotexto pontuado de diferentes formas. Converse também sobre questões como identificação da pontuação, reconhecimento dos sinais gráficos em exemplo na lousa e valorize a contribuição de todos.

Avaliação
Analise se os alunos utilizam em outros contextos de produção escrita os conhecimentos que construíram a respeito da pontuação.

Flexibilização para deficiência intelectual em fase inicial de alfabetização
Com textos curtos ou frases, verifique a aprendizagem do estudante de acordo com o objetivo estabelecido.

 


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Prova Brasil de Matemática – 5º ano: espaço e forma

Para responder às questões sobre Espaço e Forma, os alunos necessitam ter participado de situações envolvendo figuras bi e tridimensionais e localização

 

Localizar objetos e pontos numa cena ou num mapa (Descritor 1)

1. O brinquedo preferido de João está no seu lado esquerdo. Qual é o brinquedo preferido do João?

Fotos: Dulla

a) Peteca                          b) Pipa                          c) Bola                          d) Bicicleta

2. A figura abaixo é um detalhe da planta de uma cidade de São Paulo. Nela, a localização da Rua Abílio José é indicada por A2. Desta forma, a identificação da Rua Iguape é:

Ilustrações: Eduardo Nunes

a) A2                                 b) C1 c) C3                             d) B2

Localizar objetos e pontos numa cena ou num mapa (Descritor 1)

A figura abaixo mostra um teatro onde as cadeiras da plateia são numeradas de 1 a 25.

Mara recebeu um ingresso de presente que dizia o seguinte:

Sua cadeira está localizada exatamente no centro da plateia.

Qual é a cadeira de Mara?
(A) 12                (B) 13 (C) 22                (D) 23

Análise
Aqui é necessário saber apenas localizar o quadradinho central (a cadeira) na representação da plateia do teatro. A complexidade do item é pequena, já que não se exige considerar mais de um ponto de referência (a distância do palco e a fileira, por exemplo) ou termos cotidianos (como direita e esquerda).

Orientações
Os alunos vão aprimorar essas habilidades durante deslocamentos reais. Além disso, é útil apresentá-los a uma diversidade de circunstâncias que envolvam interpretar e descrever de forma oral e gráfica deslocamentos, trajetos e posições de objetos e pessoas por meio de desenhos e instruções orais ou escritas. Eles devem analisar pontos de vista, formas de representar, proporções, códigos e referências. O uso de mapas e croquis é essencial, pois eles demandam se colocar mentalmente na posição indicada.

A geometria, esquecida em sala de aula, é cobrada na prova

O descritor 2, assim como o 3 e o 4, está relacionado à geometria, um conteúdo que no planejamento de aulas dos professores, em geral, acaba ficando para o fim do ano letivo – e algumas vezes é até deixado de fora pela “falta de tempo”. “Porém muitas atividades interessantes e importantes de serem desenvolvidas nos anos iniciais do Ensino Fundamental com relação a esse conteúdo não são possíveis de serem avaliadas num exame do tipo teste, como a Prova Brasil”, diz Priscila Monteiro.

Reconhecer figuras bi e tridimensionais (Descritor 2)

1. Fabiana trabalha numa fábrica de caixas. Observe as caixas que Fabiana fabricou.

Fotos: Dulla

As caixas mais vendidas para colocar bombons têm a forma de cubos e paralelepípedos. Quais são elas?

a) Tipo I e II b) Tipo I e III                 c) Tipo II e III                  d) Tipo II e IV

Isso porque, quando a prova se refere a figuras tridimensionais, só consegue avaliar a representação plana delas, já que os sólidos não estão disponíveis para visualização ou manipulação no momento. Se a figura mencionada no enunciado é um cubo, por exemplo, é mostrado apenas a representação dele no papel (veja o exemplo no quadro acima).

Para que seja bem-sucedido na tarefa, é essencial que o aluno tenha resolvido problemas em sala com as figuras tridimensionais e suas representações em diferentes situações. “Só assim é possível se familiarizar com suas características e reconhecê-las depois na representação plana”, observa Priscila.

Reconhecer figuras bi e tridimensionais (Descritor 2)

Observe o bumbo que Beto gosta de tocar. Ele tem a forma de um cilindro.

Qual é o molde do cilindro?

 

(A) (B) (C) (D)

Análise
Chega-se à alternativa correta relacionando a imagem do bumbo à planificação de um cilindro. Quem tem contato constante com figuras tridimensionais e suas planificações identifica suas faces, estabelece relações entre elas e as formas geométricas e terá mais facilidade para dar conta do trabalho.

Orientações
É possível aprofundar a análise das figuras tridimensionais pedindo que cada grupo, longe dos olhos dos colegas, faça uma construção utilizando sólidos geométricos. Em seguida, um envia uma mensagem ao outro com orientações sobre sua produção, informando o nome das figuras que foram utilizadas para que, sem olhar, a construção seja reproduzida.

Reconhecer figuras bidimensinais (Descritor 3)

Mariana colou diferentes figuras numa página de seu caderno de Matemática, como mostra o desenho abaixo.

Essas figuras têm em comum
(A) o mesmo tamanho.
(B) o mesmo número de lados.
(C) a forma de quadrado.
(D) a forma de retângulo.

Análise
Saber identificar as figuras e relacionar umas às outras é essencial. Dessa forma, percebe-se que nem todas são quadrados ou retângulos ou do mesmo tamanho. O número de lados, porém, é uma característica comum.

Orientações
Leve às crianças diferentes desafios que exijam colocar em palavras as propriedades das formas. Por exemplo, interpretar descrições orais de figuras bi e tridimensionais. Assim, você permite que tomem consciência sobre as características (não apenas as visíveis) delas e depois verifiquem a validade do que concluíram. Lembre-se de que não basta abordar o tema uma única vez. Ele tem de se estender por várias aulas e se apresentar em diferentes níveis de complexidade. Retome as propriedades das formas que foram observadas num dia para que sejam ampliadas, revistas e sistematizadas.

Identificar quadriláteros (Descritor 4)

Chegando a uma cidade, Fabiano visitou a igreja local. De lá, ele se dirigiu à pracinha, visitando em seguida o museu e o teatro, retornando finalmente para a igreja. Ao fazer o mapa do seu percurso, Fabiano descobriu que formava um quadrilátero com dois lados paralelos e quatro ângulos diferentes.

O quadrilátero que representa o percurso de Fabiano é um
(A) quadrado.
(B) losango.
(C) trapézio.
(D) retângulo.

Análise
Identificar quadriláteros e saber nomeá-los é essencial
para acertar esse item. Por isso, o vocabulário específico da geometria deve aparecer em ocasiões de comunicação em sala de aula, se transformando, consequentemente, num recurso útil e necessário para que todos entendam do que se está falando num caso como esse.

Orientações
A cópia de figuras é um trabalho que, guardadas certas condições, promove a análise de suas propriedades. Leve em conta variáveis que interferem na complexidade do problema, como a figura pedida – que depende do conteúdo trabalhado – e o tipo de folha usado (num papel quadriculado, não é necessário esquadro para fazer ângulos retos, por exemplo). Na hora das discussões coletivas, algumas palavras (redondo, círculo, cantinho, pontudo etc.) fatalmente serão mencionadas por alguns alunos. Com base nelas, faça um cartaz com os nomes socialmente reconhecidos.

Orientações didáticas

1. Explorar os diversos conhecimentos espaciais
Muitas das noções espaciais, como “à esquerda”, “à direita”, “para a frente” e “para trás”, são observadas pelos estudantes no convívio social. Mas cabe à escola sistematizar e ampliar esses conhecimentos. Um meio de fazer isso é propor atividades que os levem a indicar trajetos para chegar a um determinado ponto ou a localização de um objeto. Um bom começo está nos exemplos que envolvem um lugar conhecido, como a sala de aula. Nesse caso, vale pedir a descrição da localização de colegas ou de um móvel, como o armário, usando pontos de referência. Para que essa habilidade seja ampliada, é importante solicitar desenhos ou esquemas com a descrição por escrito ou oral das situações propostas. Outra sugestão é levar a garotada a percorrer caminhos desde a sala até o pátio e depois, do mesmo modo, representar os trajetos. É essencial reservar um momento coletivo de sistematização dos saberes adquiridos com essas experiências para que a garotada se aproprie dos termos e dos aspectos a ser considerados.

2. Explorar as figuras geométricas
Uma das possibilidades de elevar a familiaridade com as figuras tridimensionais é desenvolver uma atividade em que seja feita a relação entre figuras planas e tridimensionais recorrendo a diferentes planificações, como estas:

Sem recortar os desenhos, os alunos analisam com quais deles dá para montar um cubo. Todos discutem e justificam que com alguns a tarefa não é viável. Falta ao 4 a quantidade de faces necessárias. As figuras 1 e 2 não têm as faces distribuídas de acordo. Dessa forma, eles descobrem as propriedades da figura.

 


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ÁGUA

Propostas de atividades relativas aos conteúdos dos 5 programas

1. Solicite aos alunos que façam uma análise da letra de duas músicas, procurando encontrar diferenças e semelhanças quanto às mensagens, apelos, informações e linguagens de cada uma. Sugerimos as letra das músicas ‘Planeta Água’, de Guilherme Arantes e ‘Planeta Azul’, de Xororó e Aldemir.

PLANETA ÁGUA
(Guilherme Arantes)
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre o profundo grotão
Água que faz inocente riacho
E deságua na corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população
Águas que caem das pedras
No véu das cascatas, ronco de trovão,
E depois dormem tranqüilas
No leito dos lagos, no leito dos lagos
Água dos igarapés, onde Iara
Mãe d’Água, é misteriosa canção
Água que o sol evapora,
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão
Gotas de água da chuva,
Alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva, tão tristes,
São lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra, pro fundo da terra
Terra, Planeta Água
Terra, Planeta Água
Terra, Planeta Água


PLANETA AZUL
(Xororó e Aldemir)
A vida e a natureza
Sempre à mercê da poluição
Se invertem as estações do ano
Faz calor no inverno
E frio no verão
Os peixes morrendo nos rios,
Estão se extinguindo espécies animais
E tudo o que se planta, colhe,
O tempo retribui o mal que a gente faz
Onde a chuva caía quase todo dia
Já não chove nada
O sol abrasador rachando
O leito dos rios secos,
Sem um pingo d’água
Quanto ao futuro inseguro
Será assim de norte a sul:
A Terra nua semelhante à Lua
O que será desse Planeta Azul?
O que será desse Planeta Azul?
O rio que desce as encostas
Já quase sem vida parece que chora,
Num triste lamento das águas
Ao ver devastada a fauna e a flora
É tempo de pensar no verde,
Regar a semente que ainda não nasceu,
Deixar em paz a Amazônia,
Preservar a vida,
Estar de bem com Deus

2. Proponha aos alunos a observação e análise de águas de origens diferentes (rio, manancial, lago etc). Para tanto, utilize critérios como:

a) lixo flutuante ou acumulado nas margens
. nenhum lixo (boa qualidade)
. pouco lixo ou apenas árvores, folhas, aguapés (qualidade média )
. muito lixo (água poluída)

b) peixes
. muitos (boa qualidade)
. poucos, raros (qualidade média)
. nenhum ou só guarus (água poluída)

c) material sedimentado
. ausência, não é possível medir (boa qualidade)
. baixa quantidade, menos de três milímetros (qualidade média)
. alta quantidade, mais de três milímetros (água poluída)
Obs.: utilize um copo cheio de água para essa experiência.

d) cheiro
. nenhum (boa qualidade)
. fraco, de mofo ou capim (qualidade média)
. fétido ou cheiro de ovo podre (água poluída)

Atenção: oriente os alunos no manuseio do material coletado e na utilização correta de equipamentos como luvas, aventais, máscaras etc.

3. Os alunos podem pesquisar cartas e fotos de satélites que mostrem a poluição das águas no globo terrestre e a concentração de clorofila na camada superficial das águas, determinando as condições de vida dos seres marinhos. Para informações sobre cartas e fotos de satélites.

4. Solicite aos alunos que construam uma linha do tempo que mostre a evolução das sociedades relacionada à tecnologia do manejo e utilização da água, destacando aspectos como culturas agrícolas irrigadas, água encanada, esgoto, água tratada, construção da roda d’água, construção de hidrelétricas.

5. Proponha uma pesquisa sobre invenções de máquinas movidas a água e sua importância; a partir dessa pesquisa, sugira a elaboração de desenhos, pinturas, maquetes, protótipos relativos ao tema.

6. Divida a classe em grupos e oriente para que cada grupo estude um ecossistema aquático brasileiro. Sugere-se que o estudo aprofunde os aspectos:
a) características gerais e capacidade de adaptação dos seres vivos que compõem o ecossistema;
b) cadeia alimentar dos seres vivos aquáticos;
c) ação do homem nesses ecossistemas.

7. Desenvolva, no início do semestre, a seguinte atividade:
a) solicite que os alunos tragam cópias das contas de água de suas residências, para uma explicação sobre os campos onde estão registrados o volume de água consumida, o período, o valor;
b) realize um trabalho de conscientização sobre a importância da água para a preservação da vida. Esse trabalho pode ser iniciado com a leitura de um texto ou com a apresentação de um vídeo da série ‘Água na Boca’;
c) faça um levantamento e registro de sugestões dos alunos para evitar o desperdício de água;
d) estimule, através da confecção de cartazes e elaboração de textos, o combate ao desperdício da água na escola e nas residências;
e) promova um concurso: vencerá o aluno cuja família demonstrar que soube economizar mais água num período determinado. No decorrer desse período, os alunos levarão à escola as contas de água e farão comparações de gastos e custos, para checar se a campanha surtiu o efeito desejado e para acompanhar a evolução do concurso.

8. Solicite um estudo sobre “sociedades sustentáveis” no aspecto referente à preservação da água e promova as seguintes atividades:
a) debate: divida a classe em duas alas, sendo que uma defenderá a “sociedade sustentável” e a outra fará a oposição;
b) providencie o registro das idéias favoráveis e desfavoráveis para posterior reflexão e elaboração de um relatório final.

9. Após localizar num mapa de onde vem a água que abastece a cidade, os alunos deverão mostrar, com desenhos, o caminho da água até chegar às casas, e a sua saída, já como esgoto.

10. Oriente os alunos a realizar em grupo o planejamento e construção da maquete de uma casa colocando hidrômetro, canos, caixas d’água, torneiras, chuveiros, vasos sanitários e ralos. Durante a construção da maquete, discuta com os alunos o caminho da água dentro das nossas casas e enfatize a origem e o local de tratamento dessa água.

11. Promova um estudo do meio com a realização das seguintes atividades:
a) visita a uma estação de tratamento de água, em que um técnico explique aos alunos os processos de decantação e filtração e qual o papel das algas no processo de purificação da água;
b) a partir dessa visita, proponha aos alunos a elaboração de um relatório ilustrado sobre as fases de tratamento da água;
c) peça aos alunos que expliquem quais as conseqüências do aumento e da diminuição da quantidade de algas nas águas.

12. Visite uma estação de tratamento de esgotos e chame a atenção dos alunos para as medidas obrigatórias de segurança e higiene adotadas (vestimentas adequadas dos trabalhadores, calçados, máscaras, sinalizações etc.). Solicite a um técnico da estação que faça uma exposição oral a fim de mostrar a relação entre consumo de água e produção de esgoto, entre quantidade de lixo e poluição da água. Em sala de aula, promova um debate e reflexão sobre a importância de não se jogar o lixo e o esgoto em lugares inadequados.

13. Solicite aos alunos que façam um estudo sobre as causas de poluição das águas (como agrotóxicos, esgotos, detritos industriais etc.) e suas conseqüências para a vida na Terra.

14. Peça uma pesquisa sobre o que os governos estão fazendo pela preservação de mananciais e como ONGs – organizações não governamentais – colaboram com esse trabalho.

15. Promova uma campanha de coleta e seleção de lixo na escola:
a) divida os alunos em grupos;
b) divida a campanha em etapas (planejamento, distribuição e execução das tarefas, registros);
c) combine uma data para a apresentação de relatório das tarefas já realizadas.


Os grupos poderão se responsabilizar:

  1. – pela elaboração de textos, confecção de cartazes de propaganda e de sinalização;
  2. – pela obtenção de lixeiras com cores diferentes, as quais deverão ser padronizadas para cada tipo de material reciclável;
  3. – por entrar em contato com alguma agência do bairro que trabalhe com coleta seletiva de lixo (vidros, plásticos, papéis, latas), a fim de verificar a possibilidade de venda desse material para arrecadação de verbas para a escola.

16. Proponha aos alunos que procurem em jornais e revistas matérias sobre a situação da água nas grandes cidades e montem dois murais: um que mostre matérias com informações positivas sobre essa situação e outro que mostre matérias com informações negativas.
O professor pode orientar os alunos para uma reflexão sobre esse assunto.

17. Solicite aos alunos a observação de uma localidade de sua cidade: sua casa, a rua onde mora, uma área de lazer, o percurso que faz até a escola, registrando qualquer sinal de desperdício ou poluição das águas. Na seqüência, realize as seguintes atividades:
a) estabeleça uma discussão em sala de aula e indique um aluno para registrar todas as conclusões dos participantes;
b) defina como trabalho individual o que cada um pode assumir para melhorar a situação observada;
c) estabeleça como trabalho individual o que cada um sugere para que a comunidade resolva ou amenize os problemas constatados;
d) o professor poderá apresentar aos alunos a síntese final das sugestões.

18. Sugira a elaboração de um jornal ecológico, no qual os alunos expressem, por meio de pequenas reportagens, denúncias de agressões à natureza e divulgação de campanhas de preservação e uso adequado da água potável. É importante que os alunos, orientados por professores, tenham a liberdade de se expressar utilizando sua própria linguagem.
Algumas sugestões de como fazer:

a) discussão das possíveis seções do jornal;
b) definição dos temas ecológicos das matérias principais;
c) visita aos locais das reportagens para uma melhor coleta de informações e para verificar a possibilidade de obter fotos que ilustrarão a reportagem;
d) elaboração de textos individuais e coletivos, posteriores à discussão em grupo;
e) entrevistas com pessoas relacionadas com os temas escolhidos;
f) fechamento e digitação das matérias;
g) distribuição das matérias e fotos nas páginas do jornal (diagramação);
h) elaboração das legendas e manchetes;
i) distribuição na escola e na comunidade.

 


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ANIMAIS

Aspectos em relação a características físicas, habitat, alimentação, revestimento do corpo, classificação, costumes, significado para algumas culturas e muitas outras descobertas em relação a diferentes animais poderão ser vistas neste site.


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QUE VENHA A PRIMAVERA

Entenda um pouco mais sobre as estações do ano com o Klick Educação.

 


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Interpretar os enunciados dos problemas.

Objetivo
Interpretar os enunciados dos problemas.

Desenvolvimento
Organize as crianças em duplas e apresente a situação-problema: “Mamãe foi ao mercado e na sacola trouxe: 12 laranjas, 3 litros de leite, 1 pão de fôrma, 4 maçãs, 1 penca com 8 bananas e 2 caixas de suco de uva. Quantas frutas ela comprou?” Solicite que um aluno explique para o outro quais informações devem ser selecionadas para resolver a questão, relatando qual caminho usou para resolvê-lo. As duplas terão de chegar a um consenso sobre a estratégia escolhida. Solicite que algumas duplas apresentem os procedimentos utilizados e justifiquem. Pergunte: quem pode ler o problema novamente? Há alguma palavra nova ou desconhecida? Do que ele trata? Qual é a pergunta? O que se quer saber? Retome a leitura do enunciado quantas vezes forem necessárias e peça que grifem informações que serão utilizadas. Em seguida, peça que façam os cálculos.

Avaliação
Valide os resultados e pergunte: por que as repostas dos cálculos foram diferentes? O que precisamos fazer para resolver problemas parecidos como esse? As conclusões devem ser registradas no quadro, como quais informações selecionar e quais não são necessárias. Intervenha caso as respostas fujam do esperado.


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O CADERNO – Interpretação

O CADERNO

Sou eu que vou seguir você
Do primeiro rabisco
Até o be-a-bá.
Em todos os desenhos
Coloridos vou estar
A casa, a montanha
Duas nuvens no céu
E um sol a sorrir no papel…

Sou eu que vou ser seu colega
Seus problemas ajudar a resolver
Te acompanhar nas provas
Bimestrais, você vai ver
Serei, de você, confidente fiel
Se seu pranto molhar meu papel…

Sou eu que vou ser seu amigo
Vou lhe dar abrigo
Se você quiser
Quando surgirem
Seus primeiros raios de mulher
A vida se abrirá
Num feroz carrossel
E você vai rasgar meu papel…

O que está escrito em mim
Comigo ficará guardado
Se lhe dá prazer
A vida segue sempre em frente
O que se há de fazer…

Só peço, à você
Um favor, se puder
Não me esqueça
Num canto qualquer…

Toquinho

O CADERNO  CLIQUE PARA VER O VÍDEO

INTERPRETAÇÃO DA LETRA:

1) O CADERNO ESTÁ SE DIRIGINDO A UM MENINA OU A UMA MENINA?

QUE VERSO COMPROVA SUA RESPOSTA?

2) NA LETRA DA MÚSICA, QUAIS SÃO AS PALVRAS QUE RIMAM?

3) A LETRA DA MÚSICA ESTA DIVIDA EM VERSOS E ESTROFES.

a) QUANTAS ESTROFES ELA POSSUI?

b) QUANTOS VERSOS HÁ EM CADA ESTROFE?

4) FAÇA UMA ILUSTRAÇÃO PARA CADA ESTROFE


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FIM DAS FÉRIAS

É oficial…AS FÉRIAS ACABARAM…

Voltamos com TUDO!


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FÉRIAS DE JULHO

BOAS FÉRIAS….


Férias. Para as crianças, é um dos períodos de descanso do ano. Agora é esquecer um pouco a escola e só pegar em cadernos daqui QUASE a um mês. Essa mamata toda, porém, assusta um pouco os pais. O que fazer com os pimpolhos em todo o tempo livre? A preocupação é justificada, mas a boa notícia é que existem, sim, diversas formas interessantes de entreter a garotada e, de bônus, ainda reforçar os laços familiares. Só é preciso um pouco de dedicação, isto é, nada de largar a tarefa para o playground do prédio e os fiéis companheiros eletrônicos – videogame, TV e computador.

“O segredo é não encher a criança de compromissos e, ao mesmo tempo, também não a deixar totalmente desorientada”, aconselha a psicopedagoga Tânia Ramos Fortuna. O ideal, portanto, seria programar viagens, passeios culturais, visitas aos amiguinhos e afins, mas sem lotar os dias de seu filho a ponto de nunca deixá-lo sozinho e livre para escolher o que quer fazer. “As crianças não são senhoras de seu tempo e, hoje, acabam às vezes escravizadas até pelo prazer, com tantas idas a lanchonetes, cinema e festinhas. Os pais podem e devem co-responsabilizar os filhos por suas férias, perguntando a eles o que querem fazer”, complementa Tânia, que é coordenadora do curso de extensão “Quem quer brincar?”, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

O equilíbrio também é bem-vindo na seleção de atividades. Dias de chuva pedem brincadeiras indoor? Pois nos dias de sol não deixe de ir andar de bicicleta no parque. O Ano Novo na praia reunirá a família toda? Invente jogos coletivos, que podem ser muito divertidos – mas, na volta, deixe a criança um pouco isolada, para que tire proveito também da introspecção e de sua própria imaginação.

Quer dicas mais específicas? O Educar para Crescer conversou com especialistas e reuniu sugestões exclusivas para as férias de seus filhos. Aproveite!

1) Diversão em família: As férias são uma boa oportunidade de a criança conviver com os parentes e ter novas experiências e aprendizados

2) Diversão na vizinhança: Nada de TV, as crianças podem aprender muito mais nas férias ao explorar a vizinhança

3) Diversão com seus filhos: Sugestões de atividades e brincadeiras para aproximar você de seus filhos

4) Diversão com os livros: Como fazer com que os livros também façam parte das férias sem que a leitura se torne tarefa chata

5) Diversão à moda antiga: Esconde-esconde, corre-cotia, passa-anel… Lembra as brincadeiras da sua infância? Elas são ótimas para tirar as crianças da frente da TV!

6) 10 brinquedos eletrônicos que as crianças adoram: De laptop infantil a globo interativo, de sudoku a minimesa de música: idéias para fazer a alegria da garotada

7) 10 brinquedos que você pode fazer: Pipa, cinco marias, pé de lata… como fazer brinquedos artesanais para as crianças

8) 10 sugestões para presentear bebês: Cada fase do desenvolvimento infantil permite que os pequenos aprendam (e muito) com vários modelos

9) Férias no museu: Saiba quais são as 20 atrações mais educativas do Brasil

FONTE: educar para crescer – http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/dicas-ferias-409153.shtml

 


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A INTERNET NA NOSSA VIDA – Texto de Edgar Moran

Compartilhamos texto do educador José Manuel Moran, da USP, sobre a internet. A dica de leitura foi de Daniel Caixeta, que tem um blog sobre Tecnologia Educacional (http://danielcaixeta.eti.br/blog/?p=829)

Nossa vida muda para sempre quando nos conectamos. A Internet amplia o que queremos e desejamos: se queremos aprender, nos ajuda a aprender além da sala de aula, a qualquer hora, em qualquer lugar e de múltiplas formas. Se buscamos entretenimento, a Internet oferece formas de ampliar o acesso a informações sobre o filme que queremos, nos traz vídeos curiosos, filmes.

Se queremos comunicar-nos, tanto podemos buscar pessoas conhecidas, como ampliar nosso círculo de relacionamento. Tem um universo de possibilidades disponível; cada um escolhe o que lhe convém mais. Para alguns a Internet pode ser fonte de alienação, porque deixam de fazer as obrigações, participar de compromissos assumidos, mergulhando em jogos ou conversas por comunicação instantânea.

Entramos com a Internet em um universo fascinante de descobertas, pessoas, acontecimentos; mas também nos sentimos confusos diante de tantas informações, páginas, grupos, mensagens. Temos pouco tempo para analisar, comparar, perceber de uma forma mais profunda. Navegamos superficialmente por muitas páginas, telas, solicitações. É difícil desligar, porque tememos perder algo importante; mas também, se não ficarmos atentos, podemos tornar-nos escravos do mundo virtual, reféns do fluir superficial, com mais espuma do que densidade.

Todos percebemos como é difícil hoje manter esse equilíbrio. Muitos passam mais tempo em comunicações digitais do que físicas, presenciais. Há uma febre por aumentar o número de amigos virtuais, que dificilmente conhecemos e com a maioria dos quais não interagimos de verdade. Há também um certo narcisismo em querer aparecer demais, em postar seguidas mensagens no Twitter ou Facebook, em querer acompanhar de perto o fluxo incessante de textos, vídeos e áudios, que se multiplicam sem parar numa corrente infindável.

A Internet é muito útil para aprender mais, para conhecer pessoas interessantes, para escolher novos roteiros de lazer, mas também pode ser muito dispersiva, superficial e banal. É muito fácil perder tempo com bobagens – como o acesso a vídeos e notícias inconseqüentes – ser seduzido por pessoas inescrupulosas, participar em jogos intermináveis, protelar compromissos inadiáveis.

Nossa vida é muito importante para gastar tanto tempo em atividades banais. É fascinante e desafiador o processo de construir-nos como pessoas cada vez mais livres, abertas, humanas e realizadas. Infelizmente muitas pessoas se deixam seduzir por inúmeros programas de TV e redes virtuais que pouco acrescentam para uma evolução real do seu conhecimento, formação e realização, pessoal e profissional.

Cada um faz com a Internet o que faz com a sua vida: quem desenvolve grandes projetos realiza grandes projetos nela. Pessoas alienadas se alienam mais na Internet. Pessoas interessantes tornam a comunicação com a Internet mais interessante. Pessoas abertas utilizam a internet para promover mais interação e compartilhamento. Pessoas individualistas se fecham mais ainda nos ambientes digitais.

Aproveitaremos melhor o potencial da Internet, se equilibramos a qualidade das interações presenciais – na vida pessoal, profissional, emocional – com as interações digitais correspondentes. Pessoas que têm dificuldades de relacionamento na vida real, muitas vezes procuram mil formas de fuga para o virtual. Geralmente quantos mais amigos as pessoas tem no virtual isso sinaliza que o mais provável é que a pessoa tenha poucos relacionamentos profundos no dia a dia.
Fonte: http://moran10.blogspot.com/2011/06/internet-na-nossa-vida.html


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Disciplina sobre direitos humanos deve ser adicionada ao currículo escolar

O representante do Conselho Nacional de Educação (CNE), Raimundo Feitosa, anunciou que o órgão estuda a inclusão de uma disciplina sobre direitos humanos no currículo do ensino básico, a partir de 2012.

 

A proposta é prevista pelo Programa Nacional de Direitos Humanos e tem por objetivo disseminar valores escolares “livres de preconceitos sociais e raciais, violência, abuso sexual e intimidação”.

 

Se aprovada pelo Congresso Nacional, esta será a quinta disciplina incluída no currículo do ensino médio nos últimos anos. As demais são filosofia, sociologia, música e espanhol.

 

Quase todas foram introduzidas com apoio de movimentos sociais, ONGs e entidades corporativas, sob a justificativa de que tornam as aulas mais atrativas e ajudam na formação intelectual e cívica das crianças e adolescentes.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo (SP)

 


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DIGA NÃO A VIOLÊNCIA NO FUTEBOL

PARABÉNS TURMINHA! O TRABALHO DE VOCÊS FICOU ÓTIMO! AQUI A VIOLÊNCIA NÃO ENTRA!

 

CARTÃO VERMELHO PARA A VIOLÊNCIA NO FUTEBOL!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TEXTO DO ALUNO MATHEUS RUBIO

O futebol pode trazer muitas coisas boas para as crianças, a partir dos cinco anos, tanto para os meninos como as meninas, podem começar a jogar desde que tenha uma boa preparação e que seja bem controlado.

Os meninos que quase em geral sonham, em serem jogadores profissionais, mas sabem que para isso é que precisam de muitos treinos, ser bom de bola, ter muita sorte para que alguém reconheça seu talento e mas principalmente  TER BONS EXEMPLOS.

Mais o importante mesmo é brincar ser criança. O futebol faz bem ao coração, estimula a velocidade, aumenta a potência do salto, os músculos  das pernas e muito mais.

Além disso, afasta jovens e crianças  das drogas e muitas outras coisas erradas que vemos nas ruas e na televisão.

Diga NÃO a violência no futebol! Dentro e fora dos estádios!





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PISA: Alunos brasileiros estão dez anos atrasados em inclusão digital 2 de julho de 2011

Metade dos estudantes brasileiros está “desconectado” e o País soma uma década de atraso em comparação aos alunos de escolas de países ricos no que se refere ao acesso à computadores e internet. Se não bastasse, as escolas brasileiras estão entre as piores em termos de acesso de seus alunos à informática, o que pode já comprometer a formação de milhares de jovens.

Esse é o resultado do primeiro levantamento PISA feito para avaliar a relação entre os sistemas de ensino e a tecnologia. Segundo o documento, elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), as escolas brasileiras não estão equipadas e o País é o último numa lista de 38 sistemas de ensino avaliados quando o assunto é o número de computadores em escolas por alunos. O Brasil é ainda um dos países mais desiguais em termos de acesso aos computadores e a disparidade continua aumentando.
Apesar de os dados serem de 2009, os pesquisadores acreditam que eles revelam uma imagem da preparação de diferentes sistemas de ensino para enfrentar o século 21 e suas tecnologias. Ela mede o acesso ao computador de um estudante de 15 anos no mundo.

De um total de 65 países avaliados, apenas dez estão em uma situação pior que a do Brasil. Segundo o levantamento, alunos da Romênia, Rússia e Bulgária contam com mais acesso à tecnologia que os brasileiros.

Na média, 53% dos estudantes brasileiro de 15 anos tinham computadores em casa. Há dez anos, essa taxa era de apenas 23%. Apesar do avanço, os números são ainda muito inferiores à média dos países ricos. Na Europa, Estados Unidos e Japão, em média mais de 90% dos estudantes tem um computador em casa.

A taxa de 50% que o Brasil tem hoje é equivalente ao que a média da Europa tinha no ano 2000. O atraso, portanto, seria de dez anos.

Desigualdade

O estudo revela que a média brasileira na realidade esconde uma profunda desigualdade no acesso à informática. Entre a camada mais rica dos estudantes, 86% deles tem computador e internet em casa. A taxa é equivalente aos estudantes dos países ricos.

Mas entre os estudantes com menos recursos no Brasil, apenas 15% tem a ferramenta. A proporção é bem melhor que o cenário do ano 2000. Naquele ano, apenas 1 a cada 100 estudante pobre tinha acesso ao computador e uma série de iniciativas fez o número subir. Agora, são 15 alunos para cada 100 com acesso. Mas segundo a OCDE, a diferença entre os estudantes ricos e pobres no Brasil é uma das maiores do mundo e continua a aumentar, e não reduzir.

Nos países europeus, a diferença entre as duas classes é de menos de dez pontos percentuais. Entre os alunos brasileiros que tem computadores, menos de 30% dos mais pobres tem internet em casa. Nos ricos, eles chegam a 90%.

Escolas

Para Sophie Vayssettes, pesquisadora da OCDE que preparou o levantamento, cabe ao poder público compensar essa disparidade social, dando acesso aos computadores nas escolas. “Muitas famílias não tem renda para ter um computador em casa. Mas políticas devem ser implementadas para permitir uma correção dessa situação e dar esse acesso em locais públicos, como as escolas”, disse ao Estado.

Mas, no caso do Brasil, essa política continua frágil. Hoje as escolas têm um computador para cada cinco alunos, taxa considerada como insuficiente. Na média dos países ricos, as escolas têm um computador para cada dois alunos. Na Austrália, o sistema de educação garante um computador por aluno.

Segundo o levantamento, o Brasil é o último em uma lista de 38 sistemas de ensino a garantir acesso ao computador, superado pela Albânia, Indonésia e Bulgária.

O levantamento mostrou que 62% dos alunos brasileiros frequentam escolas com sérios problemas para garantir acesso de seus estudantes aos computadores. Entre a classe mais pobre, 3 de cada 4 está em escolas com sérias deficiências.

“O aprendizado do uso de computadores é primordial para o futuro desses jovens “, disse Sophie. “Estudos mostram que pessoas com conhecimento de informática têm 25% a mais de chance de encontrar um trabalho. Portanto, preparar os alunos ao século 21 é fundamental para qualquer sistema de ensino”, alertou.

Segundo a pesquisadora, não é apenas com o objetivo de encontrar um posto de trabalho que a informática deve ser ensinada na escola. “Cada vez mais, muito do que fazemos está sendo limitado à internet, como a compra de passagens aéreas. Não ter acesso à computadores também é uma forma de exclusão social “, completou.

Fonte: InfoJovem

 


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VISITA CASA DE LEITURA NAIR DE MACEDO

Objetivos
– Ler, ouvir e interpretar poemas narrativos.
– Perceber o modo de organização de poemas narrativos.
– Ampliar as possibilidades de produção de textos coerentes.
Conteúdos
– Elementos de organização interna de poemas narrativos.

Encaminhamento:

Após ler várias fábulas como foi vista na Unidade Anterior ” A Cigarra e a Formiga”, os alunos criaram seus próprio livros.

Conseguimos a visita somente para esse mês, a qual foi RIQUÍSSIMA em conteúdos.

Na casa de leitura Nair de Macedo, recebemos o compositor REINALDO GODINHO, é compositor, arranjador, músico instrumentista, cantor, poeta, produtor de jingles, trilhas sonoras, discos,  tendo mais de 33 anos de experiência musical. Arranjou, produziu, participou em discos de diversos artistas.

Para nós ele também fez de tudo um pouco, poetou, cantou, contou histórias e tivemos até um tempinho para pegar um autógrafo com ele!

PARA TER MAIS INFORMAÇÕES:

Casa da Leitura Nair de Macedo

FCC – Fundação Cultural de Curitiba
Diretoria de Ação Cultural

Descrição

A Fundação Cultural de Curitiba investe em ações inovadoras, como o programa Curitiba Lê, para deixar o livro mais próximo do leitor. A política implantada na área de literatura tem por objetivo derrubar as barreiras que, no Brasil, deixam índices muito baixos de leitura. Além da criação de novos espaços, outras atividades de incentivo ao hábito de ler estão presentes nas Casas da Leitura, entre elas as oficinas literárias e os ciclos de leitura, que mostram os livros como fonte de lazer e reflexão.

Este espaço cultural possui acervo de livros e periódicos para pesquisas e empréstimos, desenvolvendo programas voltados à complementação da leitura, além de oferece uma ampla área para atividades ao ar livre.

HISTÓRICO

Inaugurada em 10 de outubro de 1980, a biblioteca faz uma homenagem à professora e conselheira Nair de Macedo, que por mais de 50 anos dedicou-se ao magistério.

Horário de funcionamento

2ª a 6ª (9h/17h).

Espaço de incentivo à leitura, sala de cursos e atividades.
O horário de atendimento da biblioteca é de segunda a sexta-feira, das 09h às 17h.

Endereço: RUA DA CAPITANIA, 57

Bairro: Guabirotuba Curitiba – PR

CEP: 81520590

Regional: Cajuru

Telefone: (41)3296-3312


 

 

 

 


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HISTÓRIA EM QUADRINHO – VERDADEIROS TORCEDORES

OBJETIVO: Compreender o papel de um torcedor de futebol, Apropriar-se da linguagem em quadrinhos, Identificar a adequação do uso da língua escrita em veículos diferentes,  Desenvolver a síntese,  Utilizar recursos coesivos.

CONTEÚDO: Produção de texto

ENCAMINHAMENTO:

Leitura da história em quadrinho do CASCÃO, no qual ele faz uma homenagem aos bons torcedores de futebol.

Fizemos uma discussão sobre a história:

– Por que Cascão estava aborrido?

– Qual a opinião do Cascão sobre futebol?

– Todos os amigos do Cascão torcem para o mesmo time?

– Como cada um se comporta quando o time ganha? E quando perde?

– Para Cascão, quem são os “verdadeiros Torcedores”?

PRODUÇÃO

E você, gosta de futebol? Já foi a algum estádio? Já presenciou alguma discussão por causa de futebol?

Procure em jornais e revistas, notícias sobre  violência nos estádios e traga para sala de aula.

Vamos fazer uma escrita coletiva de um texto de OPINIÃO sobre a violência nos estádios.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PARA A PRODUÇÃO DO  TEXTO


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DO CAPOTÃO AO POLIURETANO

PARA SABER UM POUCO SOBRE A EVOLUÇÃO DA BOLA DE FUTEBOL, LEIA O TEXTO A SEGUIR:

AGORA VAMOS ESTUDAR O TEXTO:

De acordo com o texto, responda:

a) Quem trouxe as primeiras bolas de futebol para o Brasil?

b) De que pais elas foram trazidas?

c) Como eram as primeiras bolas?

d) Em que ano o Brasil ganhou a primeira Copa do Mundo?

e) Como era a bolana época em que o Brasil ganhou a primeira Copa do Mundo? E qual o problema que apresentava?

f) Que campeonato o Brasil ganhou com esse tipo de Bola?

g) Em que ano foi isso?

h) O que essa bola tinha de diferente em relação às bolas anteriores?

i) Que novidade apresentava a bola com a qual os brasileiros ganharam o tetracampeonato?

2) Com relação as datas que estão destacadas no texto:

a) Em que ordem ou sequência  essas datas  aparecem no texto?

b) Por que foram apresentadas assim?


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CRIAR UMA HISTÓRIA

Usar a imaginação, como falamos bastante de FUTEBOL,  criar uma história bem legal que envolva o Futebol.

Não esquecer do título, parágrafos e pontuação.

Fazer no mínimo 15 linhas e 3 parágrafos ( início, meio e fim)

Um grande abraço

 


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A INVENÇÃO DO FUTEBOL

Procure no texto palavras com

______M________e________N_______

( Lembre-se M, usa-se antes do P e B e no final das palavras)

A INVENÇÃO DO FUTEBOL

Antes, muito antes

do futebol,

inventaram a bola.

Podia ser

uma cebola

ou qualquer

coisa que rola.

A diversão era passar a bola

de mão em mão.

Mas sempre tinha

um mão-furada,

quer era motivo

de gozação.

Até que um dia

o mão furada

dos mãos furadas

bolou de devolver

a bola com o pé.

Foi uma surpresa,

uma sensação,

a invenção do primeiro boleiro.

Mais tarde,

os que não abriram mão

de jogar com a mão

viraram goleiros.

SILVESTRIN, Ricardo. É tudo invenção. São Paulo: Ática, 2003.

 


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BOLA NA REDE É GOL

Objetivos
– Reconhecer a leitura como uma fonte essencial para produzir textos.
– Saber reconhecer, organizar e utilizar nas produções os recursos linguísticos presentes nos textos

CONTEÚDO: Vocabulário, Coesão textual.

CONTEÚDO ESPECÍFICO: Compreender alguns mecanismos de coesão textual., desenvolver habilidades e estratégias de  leitura

ENCAMINHAMENTO: Levantar os conhecimentos prévios dos alunos sobre tipos de bola utilizados em alguns esportes e motivá-los para o tema.

DIALOGANDO:

1) Dos esportes que você conhece, em quais deles a bola é utilizada?

2) Todos os esportes que você citou utilizam o mesmo tipo de bola?

3) Comente a diferença de tamanho, material, peso e modelo das bolas utilizadas nos diferentes esportes que você conhece.

4) Você sabia que a bola de futebol era bem diferente tempos atrás?

LENDO:

Com os colegas, leia o seguinte poema, do escritor Ricardo Silvestrin:

A INVENÇÃO DO FUTEBOL

Antes, muito antes

do futebol,

inventaram a bola.

Podia ser

uma cebola

ou qualquer

coisa que rola.

A diversão era passar a bola

de mão em mão.

Mas sempre tinha

um mão-furada,

quer era motivo

de gozação.

Até que um dia

o mão furada

dos mãos furadas

bolou de devolver

a bola com o pé.

Foi uma surpresa,

uma sensação,

a invenção do primeiro boleiro.

Mais tarde,

os que não abriram mão

de jogar com a mão

viraram goleiros.

SILVESTRIN, Ricardo. É tudo invenção. São Paulo: Ática, 2003.

ESTUDANDO O TEXTO

1) De acordo com o texto, responda:

a) O que foi inventado antes do futebol?

b) Qual era a diversão antes da invenção do futebol?

c) Quem teve a ideia de devolver a bola com o pé?

d) Quem virou goleiro?

2) Em seu caderno, copie o poema, faça o que se pede.

a) localize as seguintes expressões:

– o mão-furada dos mãos-furadas;

– os que não abriram mão de jogar com a mãos;

– de mão em mão;

– um mão-furada.

b) Com as cores indicadas na legenda, circule essas expressões  de acordo com o sentido utilizado no texto:

VERMELHO – Quando a bola passa das mãos de uma pessoa para as mãos de outra pessoa e assim por diante.

AZUL – Quando uma pessoa deixa a bola cair.

VERDE –  A pessoa que mais deixa a bola cair.

AMARELO – As pessoas que não deixaram de jogar com as mãos

AVALIAÇÃO – Observe a participação de cada aluno com base nos seguintes aspectos: faz comentários sobre o texto que leu? Percebe o que torna os textos claros ou bem escritos? Utiliza recursos que auxiliam na escrita? Identifica textos e autores que possam ajudá-lo numa questão específica? Compreendeu as expressões utilizadas no texto?


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GRÁFICO TIMES DO CORAÇÃO

No quadro, fizemos uma coluna para cada time do coração citado pelo alunos.

Assim motamos nosso gráfico. Depois de pronto cada um copiou no caderno.

PARABÉNS TURMINHA…O TRABALHO FOI ÓTIMO!

 


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PLANEJAMENTO – BOLA NA REDE É GOL

Olá , vamos começar uma nova Unidade – BOLA NA REDE É GOL.

Nossas aulas estarão voltadas ao FUTEBOL, nessa unidade iremos trabalhar:

TEXTOS:

– A invenção do futebol, Ricardo Silvestrin

– Do capotão ao poliuretano, revista VEJA

– Prosa com verdadeiro torcedor, Mauricio de Souza

– … E pimba na gorduchinha! Biblioteca do escoteiro mirim

–  Em Portugal é assim, Biblioteca do escoteiro mirim

– Pequeno dicionário do futebol, Alcy Linhares

CONTEÚDOS EXPLORADOS:

– Vocabulário

– Coesão textual

– Concordância nominal e verbal

– Variação linguística

– Emprego das letras iniciais maiúsculas

– Pontuação

– Letras X e CH (sons iguais)

– Letras SS, Ç e X ( sons iguais)

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS:

Levantar os conhecimentos prévios dos alunos sobre tipos de bola utilizados em alguns esportes e motivá-los para o trabalho com o tema da unidade.

– compreender alguns mecanismos de coesão textual;

– entender e empregar a concordância nominal e verbal;

– observar e analisar o emprego das letras C e CH em palavras nos quais representam o mesmo som;

– entender o suso de sinais de pontuação e as implicações de sentido;

– refletir sobre a linguagem dos locutores de futebol ( variação linguística)

– observar e analisar o emprego das letras SS, Ç e X em palavras nais quais representam um mesmo som;

– elaborar gráfico sobre o time preferido da turma;

– pesquisar como o futebol surgiu e se popularizou no Brasil e, depois, reproduzir um relatório histório;

– elaborar “slogan” contra a violência no futebol;

– criar um mural contra a violência no futebol, dentro e fora dos estádios.

* **Toda essa unidade será embasada no livro didático – Coleção Linhas e Entrelinhas de Lucia Helena Ribeiro Cipriano e Maria Otília Leite da Editora POSITIVO***

 


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Problemas de saúde afastam professores da escola

Estresse, dor nas costas, distúrbios vocais. Estes são os principais fatores que levam os professores a pedir afastamento da sala de aula

O trabalho tem um papel central na vida das pessoas, podendo contribuir tanto para a melhoria da qualidade de vida quanto para o desenvolvimento de doenças. Muitas categorias profissionais têm sido alvo de estudos para diversos pesquisadores, entre elas, encontram-se os professores, que desde a década de 80 vêm, de forma mais acentuada, apresentando sinais de adoecimento. As causas são, em sua maioria, as mesmas: distúrbios vocais, estresse, dor nas costas e esgotamento mental e físico.

Cerca de 22,6% dos professores pediram afastamento por licenças-médicas de acordo com a pesquisaIdentidade Expropriada – Retrato do Educador Brasileiro realizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), em 2003. “Isso causa um desfalque no sistema e é um problema difícil de controlar”, explicou a secretária de Finanças do CNTE, Juçara Dutra. Ela ressaltou que cada licença-médica significa, em média, cerca de três meses fora da sala de aula.

Com 250 mil professores, o Estado de São Paulo tem a maior rede de ensino público do país e registra aproximadamente 30 mil faltas por dia. Só em 2006, foram quase 140 mil licenças médicas, com duração média de 33 dias. O custo anual para o governo estadual chega a R$ 235 milhões. O cenário é o mesmo em centros metropolitanos menores. Nas escolas públicas do Distrito Federal, por exemplo, quase metade (46%) dos professores precisa pedir licença médica durante o ano letivo.

Mestre em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina, Osnyr Batista atribui o percentual excessivo de professores adoecidos à falta de reconhecimento da profissão. Em 2005, o especialista realizou uma radiografia da situação de trabalho dos professores catarinenses e descobriu que 15 mil professores, de um total de 40 mil, ficaram afastados por licença.

Segundo Batista, a primeira suspeita era de que isso seria decorrente dos baixos salários, mas, na verdade, ele descobriu que as principais causas de afastamentos são as condições inadequadas de trabalho. “Há uma cobrança muito grande da sociedade com relação aos professores, mas, ao mesmo tempo, eles não são valorizados como deveriam ser e quando percebem isso, adoecem”, explicou. (Renata Chamarelli)

Autor: João Bittar


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Fala Professores…

Ser professor nos dias de hoje não esta sendo uma trabalho muito fácil, então vamos aproveitar esse espaço para trocar ideais, sugestões, críticas, tudo o que vem acontecendo na educação.

Vocês podem mandar seu arquivo, matéria que logo disponilizaremos online com as devidas referencias.

Caso tenham interesse,  mandem seu  TEMA como sugestão, logo criamos um POST e fazemos dele um FÓRUM de debate!

Estamos juntos…..

EXISTEM ESCOLAS QUE SÃO GAIOLAS… E EXISTEM ESCOLAS QUE SÃO ASAS

“É FUNDAMENTAL DIMINUIR A DISTÂNCIA ENTRE O QUE SE DIZ E O QUE SE FAZ, DE TAL FORMA QUE, NUM DADO MOMENTO, A TUA FALA SEJA A TUA PRÁTICA.” (PAULO FREIRE)


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